Caarapó – MS

COMUNIDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS – CAARAPÓ CONTANDO SUA HISTÓRIA…

A comunidade Nossa Senhora das Graças começou seu processo de existência no dia 25 de maio de 2001, com a carta-pedido de D. Redovino Rizzardo, carlista scalabriniano, dirigida à então Provincial das Irmãs Ministras dos Enfermos de São Camilo, Ir. Rosa Lazzari.

D. Redovino foi sagrado bispo em 25/03/2001, em Guaporé / RS. É amigo e conhecido das Irmãs. Bispo na diocese de Dourados que, em 2001, contava com aproximadamente 750.000 habitantes, dos quais 30.000 são de origem indígena.A Diocese compreende 36 municípios e 38 paróquias. Destas, na época, cinco não tinham sacerdotes e mais da metade das paróquias não contavam com a presença de religiosos e religiosas. O estado do Mato Grosso do Sul tem como capital Campo Grande. Também Campo Grande tornou-se província eclesiástica desde 1979; compreende as dioceses de Corumbá, Jardim, Coxim, Campo Grande, Três Lagoas e Dourados. D. Redovino, em sua primeira visita à paróquia Senhor Bom Jesus, em Caarapó, administrada pelos religiosos franciscanos, constatou a necessidade de religiosas. Retornando a Dourados, escreveu para a Ir. Rosa Lazzari, solicitando a presença das Irmãs naquela cidade: “seria uma grande graça poder contar com uma comunidade de três irmãs: uma irmã para atuar na paróquia, outra para o hospital e uma terceira para um asilo de idosos”; obras estas pertencentes à paróquia. O bispo escreve que tem certeza de que, se as Irmãs assumirem a missão, serão acolhidas pelo povo de Dourados, mais especificamente de Caarapó, como uma graça de Deus, e terão boas perspectivas vocacionais para a Congregação.

Na ocasião, a Provincial respondeu, conforme carta datada em 09 de julho de 2001, que seria imensa alegria poder atender a este pedido imediatamente, mas infelizmente a Congregação, no momento, estava em tratativas para assumir uma frente na Argentina, o hospital São José, na diocese de Pergaminno. Nesta diocese foram realizadas duas visitas, uma em 1999 e outra em 2001. Na reunião do Conselho Provincial de 27 a 29 de outubro de 2001, foi decidido não mais continuar as tratativas projetadas para assumir aquela frente de missão, devido às várias situações e dificuldades, mudanças na conjuntura social, política e econômica da Argentina. Foi dada prioridade ao pedido de D. Redovino, citado acima, e que havia sido deixado em aberto.

Prosseguiu-se o processo de escuta e discernimento da vontade de Deus, diante desta nova frente de missão da Província, tendo sempre presente a Bem-Aventurada Maria Domingas Brun Barbantini, Fundadora, a qual, nos seus empreendimentos, colocava-se em longa escuta da vontade de Deus.

Passado algum tempo, Ir. Rosa telefonou para D. Redovino, ocasião em que agendaram o dia 19 de março de 2002, para a primeira visita e conhecimento da obra em Caarapó/MS.

Nos dias precedentes a essa data, Ir. Rosa realizou a visita pastoral na comunidade Maria Domingas, em Ubiratã, e de lá prosseguiu viagem (+ 8 horas de ônibus) para Dourados/MS. A Ir. Jovilde Ana Scalco, tendo participado, no dia 16 de março, da celebração dos 50 anos de presença das Irmãs no Oratório Festivo São João Bosco, em Aracaju/SE, em seu retorno da Delegação do Nordeste, aguardava a chegada da Ir. Rosa, em Dourados. Foram recebidas por D. Redovino com muita alegria e esperança, às 15h. O mesmo as conduziu até sua residência, serviu-lhes um lanche e fez uma breve exposição da realidade da diocese de Dourados, especificamente de Caarapó, para conhecimento da realidade e futura frente de missão.

Elencamos alguns dados da cidade de Caarapó. Possuía, na época, em torno de 19.587 habitantes, dos quais, 2.500 indígenas. A economia básica era a pecuária de corte, avicultura e agricultura. Recentemente iniciou-se a plantação de grandes extensões de cana de açúcar devido à implantação do projeto do Governo do Biodiesel, uma usina do qual está sendo construída na cidade. Localizada a 471 metros de altitude do nível do mar, a cidade goza de clima tropical brando, e o período de chuvas acontece de novembro a maio, com maior intensidade de dezembro a janeiro. A vegetação é pastagem na maior parte do Município; nas áreas restantes, a cobertura se distribui em campo limpo, cerrado e lavouras.

Após breve contextualização, um diácono conduziu as Irmãs de carro até a paróquia Senhor Bom Jesus, em Caarapó. Foram acolhidas pelos Freis Herculano Araújo Ribeiro e Miguel Löfler, franciscanos. Ficaram hospedadas nas dependências da casa paroquial. À noite, participaram da Celebração eucarística festiva em honra de São José. Durante a qual três Irmãs de São José de Chambery renovaram sua consagração. Frei Miguel apresentou aos paroquianos as Irmãs Ministras dos Enfermos de São Camilo, explicando o motivo pelo qual estavam em visita. Rezou com devoção nas intenções da Congregação, pedindo o dom do discernimento e a intercessão de São José frente ao que estava se manifestando como a vontade de Deus.

No dia seguinte, após a oração das laudes e o café, foram conhecer o Asilo Frei Hilário, juntamente com o Frei Herculano, que as levou primeiro para conhecer a capela do Asilo – Capela São Mateus (pois o fundador desta obra foi o Frei Mateus Rothmann), é uma das maiores capelas da paróquia, em estrutura. Em seguida, foram acolhidas e apresentadas à diretoria do Asilo. Estavam presentes: O Sr. Lucas Chaves, presidente, e sua esposa, D. Divina Maria Lucas Neves, Sr. Nelson Carniel, tesoureiro, e sua esposa, D. Dilma Fátima Xavier Carniel, Sr. Jorge Tadeu Lopes e D. Luzia de Fátima Lopes, além de D. Zenaide Mestrier. Todos disseram: “Não eram três as Irmãs que viriam? Só vocês duas? E a outra não veio?” Na verdade, já estavam esperando que as Irmãs ficassem com eles. Após mútua apresentação, passaram a mostrar as dependências do Asilo: quartos dos homens, das mulheres, cozinha, refeitório e a futura residência das Irmãs, construída ao lado do Asilo, há cinco anos.

O Asilo pertencia ao grupo dos vicentinos. Foi construído em 1980 e funciona desde 1981 com capacidade para 33 idosos. O presidente comunicou que o Asilo pode contribuir com as futuras Irmãs, oferecendo casa, alimentação, água e luz. Frei Herculano falou da necessidade de as Irmãs terem um carro, que seria adquirido em nome da paróquia. A certa altura da conversa, a Ir. Rosa perguntou aos presentes o que esperavam das Irmãs. O presidente respondeu prontamente: “a Irmã é pessoa que sabe perdoar, tem espiritualidade, pessoa de confiança; portanto, coordenação geral do serviço, que resolva os problemas e que faça os encaminhamentos necessários”. Concluindo, disse: “Nós estamos precisando da presença de uma Irmã de imediato”. Estava residindo na futura residência das Irmãs uma família que era responsável direta pelo cuidado dos hóspedes no asilo, durante as 24 horas do dia. D. Teresa, a esposa, foi chamada pelo presidente para testemunhar sobre o que havia sido combinado quando foram contratados. Ela respondeu que estavam cientes de que a ocupação da casa seria até a chegada das Irmãs.

Algum tempo depois, as Irmãs foram informadas de que o casal pediu para sair. Na conversa, constatou-se que à noite não ficava ninguém para cuidar dos idosos. Se algum deles necessitasse de ajuda, o que estivesse em melhores condições chamava D. Teresa. Após várias considerações feitas pela Ir. Rosa, o presidente aceitou colocar uma plantonista à noite.

O Sr. Lucas apresentou um modelo de contrato, e Frei Herculano, Ir. Rosa e Ir. Jovilde ficaram de elaborar uma proposta, a partir das considerações feitas de ambas as partes. O mesmo ficou de ser apresentado ao Conselho Provincial. Concluído este encontro, a Ir. Rosa falou um pouco da nossa Congregação: quem somos; da Bem-Aventurada Madre Maria Domingas Brun Barbantini, a fundadora, da sua vida e do valor da comunidade religiosa. Fez a entrega de material sobre a Bem-Aventurada Maria Domingas. Concluíram-se aí as conversas e em seguida o Frei Herculano conduziu as Irmãs até o Hospital Beneficente São Mateus, que pertence à Mitra Diocesana. Lá foram acolhidas pela presidente, Sra. Irai Germano Scalco, a qual se dispôs a mostrar as várias unidades do hospital. Com capacidade de 83 leitos, tem atualmente em média de 40 a 50 funcionários. Relatou que já tivera a presença das Irmãs de São José que, há mais de 15 anos, haviam deixado a obra. O hospital contava na época com a funcionária Lurdes que atuava como supervisora geral da enfermagem e estava cursando o auxiliar, pela PROFAE. A enfermeira do Município, Siliane, assessorava nos fins de semana com orientações e reuniões aos funcionários, para uma melhor qualidade no atendimento. Foi encerrado o encontro, com a possibilidade de retornar outro dia.

No dia seguinte, após a oração e o café, dirigiram-se ao hospital acompanhadas por Frei Herculano para maiores informações sobre o campo de atuação que a Irmã possivelmente assumiria, verificar as condições que ofereceriam, saber o que esperavam da Irmã e outros aspectos. Novamente foram recebidos pela presidente, Sra. Irai, que expôs a organização e o funcionamento da Instituição. Inquirida sobre o que esperavam da Irmã, respondeu de imediato “que estão necessitando uma supervisora geral de enfermagem, esperam da Irmã uma presença diferente, devido a sua formação”.

No dia seguinte, reuniram-se novamente com o presidente do Asilo, Sr. Lucas Chaves, o tesoureiro, Sr. Nélson, e o Frei Herculano. O presidente comentou que “as Irmãs caíram do céu, que sua chegada ao asilo alivia um pouco a sua grande responsabilidade como presidente”. Frei Herculano inicialmente falou que a paróquia vai se encarregar de angariar fundos para construir um oratório para a nova comunidade religiosa e que as Irmãs necessitam de mais dois quartos. Perguntou se o Asilo poderia assumir as despesas, pois é uma necessidade das Irmãs devido às visitas da própria Congregação e outras pessoas. O presidente afirmou que irá assumir a responsabilidade de todas as despesas, em nome do Asilo, para a devida ampliação. Informou ainda que o Asilo estava para receber um dinheiro do Projeto Pró-Vida, com o qual pretendiam construir e instalar uma sala de fisioterapia para os idosos. A Ir. Rosa incentivou-os a aproveitar o espaço já existente. Na seqüência, foi deixada cópia da proposta do contrato que fora elaborado a partir do que fora combinado na reunião anterior. O contrato ficou para ser avaliado entre as duas entidades. Quanto à Irmã que irá atuar na paróquia, especificamente na coordenação da catequese, o Frei Herculano colocou que a paróquia assume a responsabilidade de adquirir um carro para uso das Irmãs e bancará os gastos do combustível. Diante dessas tratativas feitas quanto à atuação das Irmãs, seja no hospital, seja na paróquia e no Asilo, serão elaborados os respectivos contratos de trabalho, separadamente, para serem apreciados e aprovados. A Ir. Rosa solicitou ainda cópia do estatuto do Hospital e do Asilo.

NOVA MISSÃO

Dia 18 de junho de 2002 foi a data escolhida para a viagem rumo à nova missão das Irmãs: Miriam Terezinha Beuren, Lúcia Selli e Idília Dall’Agnol, acompanhadas da Provincial, Ir. Rosa Lazzari. O dia iniciou com motivações e preces feitas pela comunidade da Sede Provincial inserindo-as no coração da Celebração eucarística. Todo o dia foi vivido em intensa comunhão fraterna de Irmãs, formandas e telefonemas das comunidades. Às 19h30min, embarcaram para Cascavel. Chegadas Cascavel, reabasteceram-se, para então continuar a viagem, chegando a Caarapó com uma hora de antecedência. O povo estava preparado para esperá-las na rodoviária. Como elas, porém, desembarcaram antes do horário previsto, foi uma correria só. Logo também apareceu o Sr. Nélson Carniel, a Sra. Taciana Ueda e a Sra. a Luzia de Fátima Lopes. Quando chegaram ao destino, encontraram a casa toda mobiliada e decorada, com cartazes, plantas e flores, tudo doado pelas famílias e pessoas da comunidade. Na casa, os primeiros a acolherem as Irmãs foram os funcionários e os vovôs e vovós e outras pessoas, como a Sra. Divina Chaves, esposa do presidente, e a coordenadora da Pastoral Familiar, Sra. Maria Andréia Camppelhe.caarapo1 Logo em seguida, chegou um grupo de jovens e crianças e as acolheram com belos cantos. O pároco, Frei Herculano, Frei Miguel e pessoas da comunidade também se fizeram presentes. A alegria do povo era grande e a todo momento ecoava a frase: “Bem-vindas a Caarapó”! Ofereceram um coquetel e deixaram as Irmãs recolher-se, pois estavam cansadas da viagem, mas felizes pela acolhida e pelas manifestações concretas da Divina Providência. Ao entrarem na casa, a primeira ação que fizeram juntas foi uma breve oração de agradecimento por tudo que lhes tinha acontecido e por juntas começarem esta nova obra guiada pela Trindade e pela intercessão da Bem-Aventurada Maria Domingas.

Tendo passado alguns dias com elas, a Provincial, Ir. Rosa, deixou a nova comunidade, recomendando a união, o espírito de fé e a entreajuda e, embora ainda não fosse uma comunidade juridicamente constituída, deixou a Ir. Miriam como superiora e atuando no Asilo, a Ir. Lúcia para o serviço da economia e trabalhando no hospital e a Ir. Idilia para registrar a crônica e ser responsável pela catequese paroquial.

Nos dias seguintes, as Irmãs procuraram se entrosar, cada qual na sua missão. Em novembro de 2002, foi concluída a parte ampliada da casa que a diretoria do Asilo tinha se comprometido a construir, constituída da capelinha, de uma salinha, dois quartos, dois banheiros e área de serviços. Só em 23/02/2003 conseguiram a licença de ter o Santíssimo em sua capelinha. Este dia foi marcado por uma grande alegria e emoção.

Passaram por esta comunidade as Irmãs Rosa Lazzari, Patrícia Araújo dos Santos e Maria Elenilza Silva Santos, que substituiu a Ir. Idilia na paróquia. E ainda as Irmãs Ana Maria de Lima e Lúcia Walker para auxiliar em períodos mais breves de férias ou retiro anual de alguma das nossas Irmãs. Aqui também fizeram seu estágio como noviças: Célia Luiza Araújo do Carmo, Patrícia Santos de França, Patrícia Araújo dos Santos.

A Ir. Miriam, na sua missão, logo foi percebendo as inúmeras exigências de uma obra como esta, desde a higiene, a organização, a alimentação, a mentalidade das pessoas e seus costumes. Tudo bem diferente da realidade em que estava acostumada a atuar. Foi um longo período de adaptação e às vezes a necessária intervenção para melhor poder servir.

A Ir. Lúcia Selli continua sua missão no hospital São Mateus, cada vez mais solicitada em todos os setores do hospital. Atua como técnica em enfermagem junto aos doentes, auxiliando os funcionários em todos os setores e exercendo a função de supervisora geral no hospital. Na medida do possível, ajuda os doentes quando se faz necessário prepará-los para receber os sacramentos, de modo especial, a unção dos enfermos.

As dificuldades ou desafios que mais enfrenta são algumas funcionárias que trabalham bastante, mas não se sentem satisfeitas, porque têm muito trabalho e acham que não são bem remuneradas. Outra dificuldade: há doentes que precisariam ficar mais tempo internados para um tratamento mais completo, porque não têm condições de comprar o remédio ou em casa não o tomam direito, isso porque não entendem, não sabem ler ou não têm ninguém que lhes dê o remédio na hora certa, ocasionando reinternação frequente. Devido ao baixo número de doentes que podem ser internados durante um mês, ficam muitos em observação, provocando um grande rodízio e causando prejuízo para o hospital.

Desde o início, a Irmã responsável pela coordenação da catequese na paróquia tinha um vasto campo de atuação, pois além de manter contato com as catequistas de toda a paróquia, tinha contato também com as famílias dos catequizandos e crismandos, através das reuniões que, periodicamente, fazia acontecer e das celebrações eucarísticas de que participava nas comunidades, o que favorecia um serviço de animação vocacional e outros. Ela era conhecida na equipe da Diocese e da Forania, porque participava do planejamento, das reuniões e avaliações e, muitas vezes, representava o próprio pároco, quando este estava impossibilitado. Lamentamos muito a Irmã ser dispensada do seu serviço pelo então pároco, Pe. Deodoro Benites, em novembro de 2008, com a justificativa de favorecer espaço para os leigos.

Os vicentinos há mais tempo vinham percebendo que não estava mais ao seu alcance administrar a obra do Asilo Frei Eucário; propuseram, por isso, a doação para a Congregação.

Em 12 de julho de 2004, na presença da Ir. Rosa Lazzari, Ir. Miriam Beuren, Ir. Lúcia Selli e da diretoria, o Asilo Frei Eucário foi doado, em definitivo, para a Sociedade Caritativa Ministras dos Enfermos de São Camilo, com escritura assinada em cartório. Caarapo2Começaram logo as tramitações para o registro. Verificou-se, também, a necessidade de reformas no estatuto para adequações ao Código Civil Brasileiro. O novo estatuto foi elaborado, estudado, avaliado, aprovado e registrado em 16 de abril de 2007 com a mudança da razão social para Associação Frei Eucário, permanecendo com o nome fantasia de “Asilo Frei Eucário”. E em 1º de março de 2007, o então prefeito da cidade, Mateus Palma de Farias, doou um terreno, pertencente à Prefeitura, anexo ao terreno da obra, proporcionando, assim, um espaço grande para horta, pomar e outros projetos futuros. A obra é mantida pelas pessoas da comunidade que, generosamente, repartem o que recebem, e por convênios municipal, estadual e federal.

FATOS QUE MARCARAM E MARCAM A COMUNIDADE

Entre os tantos fatos que marcaram e marcam a comunidade, destacamos alguns:
* A presença da Divina Providência e a solidariedade das pessoas.
* A presença da Superiora Geral, Provincial e Conselho na suas visitas e acompanhamento da obra.
* A participação nos estudos da Congregação como: Projeto de Formação, preparação para o Capítulo Geral, Assembleias Provinciais, Assembléia da Família Maria Domingas e a comunhão congregacional, com o tema partilhado no retiro mensal em toda a Congregação, e as comunicações do Governo geral e provincial.
* Adesão de um grupo de leigos à Família Maria Domingas (2005).
* A presença das noviças fazendo experiência de vida comunitária e a convivência de duas jovens aspirantes.
* A visita da Ir. Gema Silva Santos e da Ir. Auxiliadora Ferreira Santos nos seus 50 anos de vida religiosa.
* A renovação dos votos das Irs. junioristas e de todas as Irmãs no dia 15 de agosto de cada ano, por devoção.
* A celebração do dia da Mãe Fundadora, Maria Domingas Brun Barbantini cada ano, tornando-a mais conhecida e amada.
* A festa das bodas de ouro do presidente do Asilo, Sr. Lucas Chaves e esposa.
* A semana vocacional, com a colaboração de Irmãs vindas da Sede Provincial, Ir. Sonia Paulina Freitas, Ir. Maria Alice da Silva, Ir. Marli Jahn.
* O serviço religioso ecumênico que acontece nos fins de semana e a Celebração eucarística na nossa capela a cada 15 dias.
* A celebração da vida dos vovôs pelas senhoras do Rotary Clube, Casa da Amizade, mensalmente.
* A celebração do Natal dos vovôs organizado pela diretoria da Associação Frei Eucário e a preparação do almoço por ocasião da festa do padroeiro da paróquia Senhor Bom Jesus.
* Os shows artísticos da Secretaria da Cultura do Município, proporcionando momentos lúdicos aos internos e funcionários.
* A construção da nova cozinha no lar, sala para os freezers, dispensa e reformas no refeitório.
* O apoio da Secretaria da Saúde do Município no atendimento dos idosos.
* A presença semanal de um grupo de pessoas voluntárias que se reúnem para a confecção das fraldas para os idosos.
* A possibilidade de poder SER e SERVIR aos que nos são enviados (pobres e abandonados, sem teto, sem família, maltratados).

Caarapo3 Hoje, depois de sete anos, fazem parte da comunidade: a Ir. Miriam Terezinha Beuren, superiora da casa e coordenadora da Obra; a Ir. Lúcia Selli que continua sua missão no hospital; a Ir. Adiles Terezinha Schäfer, recém-chegada para os serviços da secretaria e administração; e a Ir. Marli Jahn. Somos reconhecidas pela Província com o nome de Comunidade Nossa Senhora das Graças. Temos muitas necessidades, mas a marca do Deus Trino é perceptível todos os dias.

Continuamos participando da pastoral Serviço de Animação Vocacional na paróquia, visitas a domicílio, acompanhamento do grupo Família Maria Domingas e outras solicitações que sempre surgem. Marcamos presença no Conselho Municipal de Saúde e no Conselho da Ação Social.

Por tudo e por todo o tempo que estamos neste campo de missão e por todas as pessoas que passaram por nossas vidas, rendemos graças ao Deus Uno e Trino, hoje e sempre. A todos, nossa eterna gratidão pela ajuda diária no crescimento desta missão.

(Caarapó, junho de 2009, ano em que a Província completa 60 anos de presença das Irmãs Ministras dos Enfermos de São Camilo em terras brasileiras).

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